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Implantes hormonais: quem deve usar e quais os benefícios para a saúde feminina?

Ginecologista Ana Verena Colonnezi explica que método pode ajudar no controle da TPM, na libido e na qualidade de vida, mas exige indicação médica individualizada

Os implantes hormonais têm ganhado espaço como uma alternativa prática e de longa duração para mulheres que buscam tratamentos ginecológicos ou reposição hormonal. O método, aplicado de forma subcutânea, libera compostos de forma gradual no organismo e pode ser utilizado tanto para fins contraceptivos quanto terapêuticos.

De acordo com a ginecologista Ana Verena Colonnezi, os implantes são indicados para prevenir a gravidez e também para tratar diferentes condições clínicas, como sintomas da menopausa, endometriose, adenomiose, miomas e sangramento uterino anormal.

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“Os implantes são dispositivos subcutâneos que liberam substâncias de forma controlada, podendo ser hormonais ou não, a depender da indicação”, explica. A médica destaca que a avaliação individualizada é essencial para garantir a segurança e a eficácia do tratamento.

“A escolha do tipo de implante e da dosagem depende das necessidades específicas de cada paciente, sendo indispensável a realização de exames laboratoriais e ginecológicos antes da indicação”

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Após a inserção, os efeitos costumam ser percebidos entre 10 e 15 dias, com impactos positivos no bem-estar e na rotina das pacientes. “Entre os possíveis benefícios estão a melhora da qualidade de vida, aumento da disposição, da libido e o controle dos sintomas da TPM e das alterações do ciclo menstrual”, destaca.

Ana Verena também ressalta que existem diferentes abordagens dentro desse tipo de terapia, incluindo implantes hormonais, não hormonais e contraceptivos.

“Além dos implantes hormonais, também existem opções não hormonais, como NAD, coenzima e ocitocina, que podem ser utilizados em alguns casos de forma off label, ou seja, para finalidades diferentes das descritas em bula. Há ainda os implantes contraceptivos, como o Implanon, além do uso de substâncias como a gestrinona, sempre com indicação criteriosa e acompanhamento médico”, completa.

Crédito: Getty Images

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Sobre o autor

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Gabriela Bandeira é jornalista com mais de 21 anos de atuação no mercado, empresária, Head da Agência Comunicando Ideias e Editora Online da revista Viver Vitória.