Gastroenterologista do Instituto Invicta explica quando o exame é indicado e destaca os avanços que ampliam seu papel terapêutico
A endoscopia digestiva alta é um exame fundamental na investigação de sintomas relacionados ao trato gastrointestinal superior. De acordo com a dra. Fernanda Sales, gastroenterologista do Invicta Instituto, o procedimento é realizado sob sedação e permite a visualização direta do esôfago, estômago e duodeno, auxiliando no diagnóstico de diversas condições clínicas.
Entre as principais doenças identificadas por meio da endoscopia estão gastrite, refluxo gastroesofágico, úlceras, além da infecção pela bactéria Helicobacter pylori. O exame é especialmente indicado quando o paciente apresenta sinais de alerta que podem indicar alterações mais graves.
“Ela é indicada em todos os pacientes que apresentam sinais de alarme. Ou seja, pacientes que estão perdendo peso, que apresentam anemia sem uma causa específica, algum sangramento, vômitos de repetição. Todos esses pacientes precisam sim fazer endoscopia”, explica dra. Fernanda.
Além disso, pacientes com mais de 40 anos que apresentam sintomas contínuos relacionados ao esôfago ou ao estômago também devem ser avaliados com maior atenção.

Com os avanços tecnológicos, o exame deixou de ter apenas caráter diagnóstico e passou a integrar um importante arsenal terapêutico da gastroenterologia. Atualmente, a endoscopia digestiva permite o tratamento de sangramentos, a realização de procedimentos como gastrostomias e até a ressecção de lesões neoplásicas em estágios iniciais, reduzindo a necessidade de intervenções cirúrgicas mais invasivas.
Apesar da ampla aplicabilidade, a dra. Fernanda Fernandes reforça que a indicação da endoscopia digestiva alta deve ser sempre individualizada. A decisão precisa levar em conta os sintomas apresentados, o histórico clínico e as particularidades de cada paciente, sendo fundamental a avaliação e o acompanhamento por um médico especialista para garantir segurança e eficácia no diagnóstico e no tratamento.
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