Março chega com a cena do teatro de Salvador reafirmando sua vitalidade. Entre clássicos da dramaturgia brasileira, montagens contemporâneas e solos autorais que dialogam com temas urgentes, os palcos da capital seguem como espaços de encontro, reflexão e encantamento. Confira três espetáculos em cartaz neste mês!

1. “Auto da Compadecida” retorna ao Teatro FARESI
O clássico Auto da Compadecida, de Ariano Suassuna, inicia seu terceiro ano consecutivo em cartaz com apresentação única no Teatro FARESI. A montagem soteropolitana reafirma a força do texto que atravessa gerações, combinando humor, crítica social e elementos da cultura popular nordestina. Ao longo dos últimos anos, o espetáculo circulou por diversos espaços culturais da cidade e conquistou milhares de espectadores. A sessão acontece no dia 21 de março (sábado), às 19h. Ingressos entre R$ 40 e R$ 80, disponíveis na plataforma Ingresso Digital.

2. Leitura dramática de “O Pagador de Promessas“ no Centro Cultural Ensaio
A leitura dramática de O Pagador de Promessas, de Dias Gomes, será apresentada no dia 14 de março de 2026 (sábado), às 18h, no Centro Cultural Ensaio, no Garcia. Gratuito e aberto ao público, o evento aposta na potência da palavra e na atualidade dos conflitos da obra, reafirmando o teatro como espaço de debate, memória e resistência cultural. Os ingressos devem ser retirados previamente pela plataforma Sympla.

3. “Criança viada ou de como me disseram que eu era gay” no Teatro Gamboa
O solo “Criança viada ou de como me disseram que eu era gay”, protagonizado e escrito por Vinicius Bustani, com direção e dramaturgia de Paula Lice, retorna para curta temporada no Teatro Gamboa. A montagem parte de experiências pessoais para abordar a LGBTfobia vivida por crianças e adolescentes, propondo um diálogo sensível e necessário sobre identidade, memória e violência simbólica. As apresentações acontecem até 29 de março, com ingressos disponíveis no Sympla do teatro.

Com opções que transitam entre o clássico e o contemporâneo, março reafirma o teatro como uma das expressões culturais mais pulsantes de Salvador — um convite para ocupar as plateias e celebrar a arte ao vivo.
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